Ano 5

Número 54

Junho 2003

 

Bacias sedimentares brasileiras

Bacia de Camamu

Bacia de Camamu

Wagner Souza-Lima*, Cynthia Lara de Castro Manso#, Edilma de Jesus Andrade $ & Jeanine de Lacerda Grillo+

*Fundação Paleontológica Phoenix, Aracaju, Sergipe, Brasil (e-mail: wagnerl@hotmail.com)

#Fundação Paleontológica Phoenix, Aracaju, Sergipe, Brasil (e-mail: clcmanso@hotmail.com)

$Fundação Paleontológica Phoenix, Aracaju, Sergipe, Brasil (e-mail: ejandrade@bol.com.br)

+PETROBRAS-CENPES, Rio de Janeiro, RJ, Brasil (e-mail: jeanine@cenpes.petrobras.com.br)

De todas as bacias marginais cretáceas do Brasil, a bacia de Camamu, situada no litoral central do Estado da Bahia (Figura 1) é uma das menos conhecidas, ao menos com base em dados de superfície. Isto deve-se certamente à sua fisiografia, visto que grande parte da sua porção terrestre ocorre numa região costeira extremamente recortada, com inúmeras ilhas, amplos estuários e uma grande baía, a terceira maior do Brasil, denominada Camamu. Além disso, colaboram com a dificuldade de encontrar-se exposições bem preservadas, a vegetação de mangue, que desenvolve-se profusamente nas orlas das ilhas e do continente, e a ainda exuberante mata Atlântica, que cresce nas áreas mais internas, bem como as coberturas sedimentares terciárias e quaternárias.

Desde o século 191 a região da baía de Camamu já chamava atenção de exploradores devido à presença de depósitos de turfa, mais tarde denominados de marauítos2, em alusão à cidade de Maraú, situada a sul desta baía.

A bacia de Camamu apresenta cerca de 12.000 km², dos quais apenas 2.000 km² encontram-se na região emersa. Limita-se ao norte, através da falha de Itapuã, com a sub-bacia do Jacuípe, e através da falha da Barra e da zona de acomodação de Jaguaripe, com a bacia do Recôncavo3. Seu limite sul ocorre através do Alto de Itacaré, que a separa da bacia de Almada4.

A bacia de Camamu desempenhou um importante papel na evolução do oceano Atlântico Sul. Em seu limite norte, o rift, que vinha sendo propagado de sul para norte, bifurcou-se, desenvolvendo o rift do sistema Recôncavo-Tucano-Jatobá, abortado no Eoaptiano, e o rift do sistema Sergipe-Alagoas, através do qual efetivamente propagou-se a ruptura, e onde o oceano Atlântico Sul foi implantado5.

Figura 1 - Localização, limites e arcabouço estrutural da bacia de Camamu, mapeado ao nível da seção pré-rift (Formação Sergi)7.

O arcabouço estrutural da bacia reflete as heterogeneidades do embasamento, constituído, principalmente, por rochas do cinturão granulítico Atlântico5. É caracterizado por uma série de falhas normais de direção geral NNE-SSW, com mergulho predominante para leste, e algumas estruturas transversais, que provavelmente atuaram como zonas de acomodação ou transferência6, 7, destacando-se aquelas de Jaguaripe e do Mutá (Figura 1). Essas estruturas estão relacionadas aos movimentos distensivos derivados da abertura do oceano Atlântico Sul. A bacia apresenta uma geometria de meio-graben, mergulhando para leste. Algumas estruturas compressionais, como dobras e falhas reversas podem ainda estar presentes, estando relacionadas a rampas de alívio geradas por movimentações ao longo da falha de Maragogipe8, situada no limite oeste da bacia. Essa estruturação condicionou a gênese de plataformas e pequenas bacias restritas, controladoras da sedimentação rift7. Algumas dessas falhas, reativadas no Terciário e mesmo no Quaternário, tiveram importância na configuração da atual linha de costa.

Figura 2 - Carta estratigráfica simplificada da bacia de Camamu 3 , 7 .

A seção pós-rift é afetada, em geral, por falhas lístricas normais, que terminam nos horizontes evaporíticos, de provável idade aptiana. Estima-se que o pacote sedimentar atinja até 10.000 m de espessura, abrangendo registros de todos os estágios termo-mecânicos característicos das bacias marginais brasileiras.

O preenchimento sedimentar nas fases de sinéclise e pré-rift é, de modo geral, similar ao encontrado nas bacias do Recôncavo e de Sergipe-Alagoas. A partir da fase rift, no início do Cretáceo, o preenchimento desta bacia difere bastante da bacia do Recôncavo. Isto decorre do comportamento reológico diferenciado da propagação da ruptura atlântica, gerando, nessa bacia, um preenchimento sedimentar correlacionável, em parte, àquele existente nas demais bacias costeiras contíguas (Figura 2).

As rochas sedimentares mais antigas da bacia de Camamu datam do início do Permiano (Formação Afligidos), estando relacionadas ao estágio de sinéclise. Constituem depósitos distribuídos originalmente por uma grande extensão geográfica, tendo possivelmente ligação com rochas coetâneas existentes em áreas tão distantes quanto Alagoas e mesmo o Piauí e Maranhão. A gênese dessas rochas é atribuída a mares epicontinentais restritos, culminando com sedimentação lacustre3. Um grande hiato, com duração estimada em 100 Ma, separa esta seqüência da seguinte, representada pelos sedimentos do estágio pré-rift. Este hiato está registrado também na sucessão sedimentar das bacias vizinhas.

A seqüência do pré-rift, de idade Dom João-Eorio da Serra (Tithoniano?-Valanginiano?), foi distribuída originalmente sobre uma grande extensão geográfica, controlada pela Depressão Afro-Brasileira9. Desta forma, apresenta também depósitos correlatos nas bacias vizinhas, embora com denominações estratigráficas diferentes. Consiste em sedimentos de origem flúvio-lacustre, localmente com retrabalhamento eólico (formações Aliança, Sergi e Itaípe). Na bacia de Camamu, a Formação Sergi atinge as maiores espessuras, quando comparada com as bacias adjacentes10.

O estágio rift é representado pelas formações Morro do Barro e Rio de Contas, e parte basal da Formação Taipus-Mirim, de idade Mesorio da Serra a Jiquiá (Neoberriasiano? ao Eoaptiano?)7. São depósitos relacionados principalmente a leques aluviais e ambientes lacustres, cuja gênese esteve relacionada ao tectonismo acentuado e compartimentação estrutural da área durante o rifteamento. O clima árido, a estratificação regular dos corpos aquosos e as condições anóxicas do fundo do lago durante o Mesorio da Serra favoreceram a preservação da matéria orgânica, tornando a Formação Morro do Barro o principal gerador da bacia7, 11.

A evolução dos processos distensivos na região gerou um extenso e estreito golfo, progressivamente ocupado pelo oceano nascente, caracterizando os estágios transicional e de deriva, com deposição da seção marinha. Essa seção está representada pela porção superior da Formação Taipus-Mirim, e pelas formações Algodões, Urucutuca, Caravelas e Rio Doce, com deposição iniciada a partir do Neoaptiano (Figura 2).

A Formação Taipus-Mirim corresponde parcialmente à Formação Muribeca, da bacia de Sergipe-Alagoas, sendo diferenciada em dois membros. O Membro Serinhaém, inserido no contexto tectônico do estágio rift, é constituído por intercalações de arenitos muito finos e folhelhos carbonosos, e o Membro Igrapiúna, por calcários dolomíticos, folhelhos e evaporitos, com deposição inserida no estágio transicional. Estes evaporitos são representados por halita e anidrita, porém, na borda da bacia, camadas deste último mineral foram substituídas por barita, provavelmente por metassomatismo12, constituindo jazidas que foram explotadas nas ilhas Grande e Pequena.

A Formação Algodões, subdividida nos membros Germânia e Quiepe, é correlacionável à Formação Riachuelo, da bacia de Sergipe-Alagoas. Representa a sedimentação marinha franca iniciada provavelmente no Eoalbiano7. O Membro Germânia é constituído por calcarenitos e calciruditos oolíticos/oncolíticos, estando parcialmente dolomitizados e, mais raramente, silicificados na borda da bacia. O Membro Quiepe é caracterizado por calcilutito.

As formações Urucutuca, Caravelas e Rio Doce são genericamente representadas por folhelhos, carbonatos e arenitos, respectivamente. Encontram-se sobrepostas à Formação Algodões, com deposição iniciada a partir do Coniaciano, constituindo a sedimentação que ocorre até o Recente. Representam um sistema de plataforma-talude-bacia oceânica, progradante a partir do Terciário.

Ao final do Cretáceo e início do Terciário, os movimentos de subsidência térmica diferencial e a gradual expansão do oceano Atlântico causaram a exposição das porções ocidentais de algumas bacias costeiras brasileiras, entre elas a de Camamu13. As camadas expostas, entre as quais aquelas de origem marinha, foram submetidas à erosão, e recobertas, no final do Terciário, pelos sedimentos siliciclásticos do Grupo Barreiras.

Na bacia apenas afloram as formações Aliança e Sergi (pré-rift), porção superior da Formação Taipus-Mirim e a Formação Algodões, além do Grupo Barreiras e coberturas quaternárias (Figura 3).

Figura 3 - Mapa geológico simplificado da porção sul da bacia de Camamu.

As acumulações de hidrocarbonetos na bacia de Camamu estão associadas a trapas estruturais ou mistas na seção rift e pré-rift. O maior número de acumulações ocorre na Formação Morro do Barro, de idade eocretácea, em reservatórios interpretados como lobos turbidíticos lacustres, seguidas pelos reservatórios neojurássicos da Formação Sergi, associados a arenitos flúvio-eólicos. Os principais geradores são atribuídos a sedimentos lacustres de água doce da Formação Morro do Barro7.

Os afloramentos da Formação Algodões, na bacia de Camamu, podem ser considerados uma das áreas mais importantes para estudo da seção marinha eo- a mesocretácea de todas as bacias marginais brasileiras, à exceção da bacia de Sergipe-Alagoas. Contudo este elevado potencial ainda foi pouco explorado.

As primeiras citações sobre o conteúdo fóssil da bacia de Camamu remontam ao final do século 191, sendo rapidamente feitas referências às similaridades das rochas onde esses fósseis ocorriam (Formação Algodões) com as camadas marinhas coetâneas existentes na bacia de Sergipe (Formação Riachuelo)14. Desta época, foram citadas a ocorrência de um pectinídeo e um pequeno equinóide, coletado em um calcário terroso, além dos biválvios Cucullaea, Cardium, Corbula, Crassatella, Isocardia e Tellina, provenientes de um calcilutito.

As principais localidades fossilíferas são representadas pelos sedimentos da Formação Algodões, aflorantes ao longo da baía de Camamu, canal de Maraú (Figura 3) e na ilha de Boipeba. Contudo, apenas no início da década de 20, alguns fósseis coletados nas camadas de calcários marinhos da região de Algodões, próxima a Maraú, foram estudados sistematicamente15. Ao contrário da bacia de Sergipe, onde os amonóides são abundantes, apenas um único exemplar fragmentado foi encontrado, sendo correlacionado a formas coevas provenientes do Albiano superior da África. Por correlação, a Formação Algodões foi datada como albiana. Classificado inicialmente como Schloenbachia bahiaensis Maury, 1925, foi mais tarde reposicionado no gênero Elobiceras16 (Figura 4). Até recentemente, este era o único amonóide encontrado nessa bacia. Além deste amonóide, foram descritos vários outros fósseis, muitos como novas espécies: dez espécies de biválvios (Pecten cf. P. quinquecostatus Sowerby, Lima algodoensis, Pholadomya marahuana, Anomia perbrasiliana, Anomia algodoensis, Cucullaea dutrae, Petricola posidonis, Cardium algodoense, Tellina dutrae e Corbula bahiaensis) e quatro de gastrópodes (Tylostoma materinum White, Tylostoma cf. T. brasiliense Maury, Turritella marahuana e Serrifusus? marahuanus). Foi citada ainda a presença de restos de um caranguejo. Com base nessas descrições, foi sugerido que a paleofauna marinha de Camamu diferia notavelmente daquela de idade similar estudada da bacia de Sergipe15.

Figura 4 - Amonóides da Formação Algodões, indicadores da idade neoalbiana para esta unidade: a) Elobiceras bahiaensis (Maury, 1925)15, 16(DGM-1058-I); b, c) Yeharaites? sp. (FPH-1394-I, acervo Phoenix)33. Barra de escala igual a 10 mm.

No final da década de 1930 foi descrito um gastrópode coletado nas camadas que afloram na ilha de Camamu (outra denominação da ilha Grande), porém a preservação do material impossibilitou até mesmo a classificação genérica, sendo posicionado na família Valvatidae e atribuído ao Terciário17.

Muito tempo depois foram descritos alguns equinóides coletados na década de 1920 por Affonso de Almeida Galeão, na ilha de Cangaíba, ao norte da ilha Grande (baía de Camamu)18. Devido ao estado precário dos exemplares, não foi possível realizar a determinação específica, sendo posicionados no gênero Salenia Gray, 1835. A reanálise destes exemplares, junto a outros coletados por J. I. Fonseca, em 1962, durante os trabalhos de mapeamento de superfície pela PETROBRAS, na ilha Boipeba, permitiu a identificação de três espécies de equinóides (Salenia sergipensis White, Orthopsis bahiensis e Epiaster boipebensis)19 e dois novos biválvios (Neithea bahiaensis e Pinna aff. P. decussata Goldfuss)20. Posteriormente o equinóide Epiaster boipebensis foi reposicionado no gênero Heteraster d’Orbigny, 185321 e Orthopsis bahiensis no gênero Phymosoma Haime, 185322.

Os ostracodes não marinhos constituem o principal grupo fóssil em estudos bioestratigráficos do Neojurássico/Eocretáceo da bacia de Camamu. O arcabouço biocronoestratigráfico desta seção com base na distribuição estratigráfica dos ostracodes segue o zoneamento definido para a bacia do Recôncavo23, 24. A densidade e diversidade microfaunística variam consideravelmente em termos geográficos e estratigráficos ao longo da bacia, acompanhando a sua evolução tectono-sedimentar. Não atingiu, no entanto, a qualidade do registro fossilífero encontrado na bacia do Recôncavo. De um modo geral, as associações de ostracodes recuperadas se mostram com grau de preservação pior em comparação àquelas do Recôncavo. Ostracodes marinhos atribuídos à espécie Brachycythere aff. B. sphenoides Reuss foram descritos de calcários aflorantes na ilha de Quiepe25, datando estas rochas como neocretáceas (pós-mesocenomanianas).

Figura 5 - Equinóides da Formação Algodões: a, b) Holosalenia sp. (FPH-461-I); c, d) Tetragramma malbosi (FPH-877-I); e) Coenholecypus sp. (FPH-604-I); f, g, h) Toxaster collegnoi (FPH-457-I); todos acervo Phoenix. Barra de escala igual a 10 mm.

Outros grupos, como os nanofósseis, foraminíferos e palinomorfos são rotineiramente empregados nos estudos bioestratigráficos, principalmente aqueles voltados à exploração de hidrocarbonetos.

Coletas recentes realizadas na bacia de Camamu têm permitido uma retomada dos estudos sistemáticos e bioestratigráficos nessa bacia26, 27.

Nos folhelhos da Formação Aliança foram encontrados grande número de conchostráceos28 e peixes. Os conchostráceos foram identificados como Cyzicus (Euestheria) pricei (Cardoso, 1966).

 

Uma grande quantidade de material foi recuperada da Formação Algodões, permitindo a revisão sistemática de dois importantes grupos, os equinóides e biválvios. No caso dos equinóides, foram identificadas as espécies Holosalenia sp. (ex Salenia sergipensis White), Tetragramma malbosi (Agassiz & Desor, 1847) (ex Phymosoma bahiensis Brito, 1980), Toxaster collegnoi (Sismonda, 1843) (ex Heteraster boipebensis Brito & Ramires, 1974), e uma nova ocorrência na bacia, com Coenholectypus sp.29, 30 (Figura 5). Entre os biválvios, destacam-se aqueles do gênero Neithea Drouet, 1825, classificados como Neithea (N.) alpina (d'Orbigny, 1847), anteriormente N. (N.) bahiaensis Brito, 1967, e N. (N.) coquandi (Peron, 1877)31, 32 (Figura 6). Dos novos achados, destacam-se um novo exemplar de amonóide, atribuído ao gênero Yeharaites Matsumoto, 199133 (Figura 4), e corais hermatípicos escleractíneos34 (Figura 7).

Figura 6 - Alguns biválvios da Formação Algodões: a) Neithea (N.) coquandi Peron, 1877 (FPH-1375-I); b, c, d) Neithea (N.) alpina (d'Orbigny, 1847) (FPH-1327-I, FPH-1391-I e FPH-1341-I); e) Aequipecten sp. (FPH-1394-I); f) Anomia algodoensis Maury, 1925 (DGM-1035-I); g) Pholadomya marahuana Maury, 1925 (DGM-1029-I); todos acervo Phoenix, exceto f, g (DNPM, RJ). Barra de escala igual a 10 mm.

A ocorrência de depósitos de sedimentos betuminosos na região de Maraú constituiu um dos principais fatos que chamaram a atenção para o potencial econômico da região de Camamu, já no século 191. Os marauítos, como foram denominados, estão associados ao Grupo Barreiras, sendo atribuídos ao Plioceno inferior35. Consistem em sedimentos arenosos, ricos em matéria orgânica, que queimam facilmente, liberando hidrocarbonetos por destilação. Os restos vegetais são bastante comuns nesses sedimentos, embora muito fragmentados.

Figura 7 - Corais escleractíneos da Formação Algodões (acervo Phoenix): a) FPH-1396-I; b) FPH-1395-I. Barra de escala igual a 10 mm.

1 Hartt, C. F. 1870. Geology and Physical Geography of Brazil. Boston Fields Osgood, reeditado por Robert E. Krieger Ed., New York, 1975, 620 pp.

2 Campos, L. F. G. de 1902. Reconhecimento geológico e estudo das substâncias betuminosas da bacia do Marahu, Estado da Bahia. São Paulo, V. Steidel, 21 pp.

3 Netto, A. S. T.; Filho, J. R. W. & Feijó, F. J. 1995. Bacias de Jacuípe, Camamu e Almada. Boletim de Geociências da Petrobras, 8 (1): 173-184.

4 Bruhn, C. H. L. & Moraes, M. A. S. 1989. Turbiditos da Formação Urucutuca na bacia de Almada, Bahia: um laboratório de campo para estudo de reservatórios canalizados. Boletim de Geociências da Petrobras, 3 (3): 235-267.

5 Souza-Lima, W. & Hamsi Jr., G. P. 2003. Bacias sedimentares brasileiras: bacias da margem continental. Phoenix, 50: 1-4.

6 Destro, N.; Amorim, J. L. de & Witzke, R. E. 1994. Identificação de falhas de transferência na bacia de Camamu, Bahia. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 38, Camboriú, Santa Catarina, 1994. Sociedade Brasileira de Geologia, Anais, 2: 275-277.

7 Gonçalves, F. T. T.; Bedregal, R. P.; Coutinho, L. F. C. & Mello, M. R. 2000. Petroleum system of the Camamu-Almada Basin: a quantitative modeling approach. In: Mello, M. R. & Katz, B. J. (eds.), Petroleum systems of South Atlantic margins. The American Association of Petroleum Geologists, Memoir, 73: 257-271.

8 Mercio, S. R. 1996. Análise estrutural da porção emersa da bacia de Camamu. Universidade Federal de Ouro Preto, Dissertação de mestrado não publicada, 99 pp.

9 Estrella, G. O. 1972. O estágio rift nas bacias marginais do Leste Brasileiro. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 26, Belém, Pará, 1972. Sociedade Brasileira de Geologia, Anais, 3: 29-34.

10 Bruhn, C. H. L. & De Ros, L. F. 1987. Formação Sergi: evolução de conceitos e tendências na geologia de reservatórios. Boletim de Geociências da Petrobras, 1 (1): 25-40.

11 Gonçalves, F. T. T. & Frota, E. S. T da 1998. Early Cretaceous rift source rocks from eastern Brazilian margin: isotopic and molecular correlation. In: American Association of Petroleum Geologists, International Conference and Exhibition, 1998. AAPG, Abstracts, p. 182-183.

1998. Early Cretaceous rift source rocks from eastern Brazilian margin: isotopic and molecular correlation. In: American Association of Petroleum Geologists, International Conference and Exhibition, 1998. AAPG, Abstracts, p. 182-183.

12 Netto, A. S. T. 1977. Barita de Camamu: considerações sobre a gênese. Boletim técnico da Petrobras, 20 (2): 77-92.

1977. Barita de Camamu: considerações sobre a gênese. Boletim técnico da Petrobras, 20 (2): 77-92.

13 Pereira, M. J. 1994. Seqüências deposicionais de 2ª/3ª ordens (50 a 2,0 Ma) e tectono-estratigrafia no Cretáceo de cinco bacias marginais do Brasil - comparações com outras áreas do globo e implicações geodinâmicas. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Tese de doutorado não publicada, 2 vol, 295 pp., 141 figs.

1994. Seqüências deposicionais de 2ª/3ª ordens (50 a 2,0 Ma) e tectono-estratigrafia no Cretáceo de cinco bacias marginais do Brasil - comparações com outras áreas do globo e implicações geodinâmicas. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Tese de doutorado não publicada, 2 vol, 295 pp., 141 figs.

14 Derby, O. A. 1907. The sedimentary belt of the coast of Brazil. Journal of Geology, 15 (3): 218-237.

1907. The sedimentary belt of the coast of Brazil. Journal of Geology, 15 (3): 218-237.

15 Maury, C. J. 1925. Fosseis terciarios do Brasil com descripção de novas formas cretaceas. Serviço Geologico e Mineralogico, Monographia, 4: 1-705, estampas 1-24, 2 tabelas, 1 mapa. Rio de Janeiro.

1925. Fosseis terciarios do Brasil com descripção de novas formas cretaceas. Serviço Geologico e Mineralogico, Monographia, 4: 1-705, estampas 1-24, 2 tabelas, 1 mapa. Rio de Janeiro.

16 Maury, C. J. 1930. O Cretaceo da Parahyba do Norte. Serviço Geologico e Mineralogico, Monographia, 8: 1-305, Album das estampas, I-XXIII, estampas 1-35. Rio de Janeiro.

1930. O Cretaceo da Parahyba do Norte. Serviço Geologico e Mineralogico, Monographia, 8: 1-305, Album das estampas, I-XXIII, estampas 1-35. Rio de Janeiro.

17 Lofgren, A. 1940. Gasterópodos da Ilha de Camamu, BA. Mineração e Metalurgia, 5 (26): 59.

1940. Gasterópodos da Ilha de Camamu, BA. Mineração e Metalurgia, 5 (26): 59.

18 Santos, M. E. C. M. 1958. Ocorrência de equinóides fósseis no Estado da Bahia. Departamento Nacional da Produção Mineral, Divisão de Geologia e Mineralogia, Notas preliminares e estudos, 104: 1-5, 1 estampa.

1958. Ocorrência de equinóides fósseis no Estado da Bahia. Departamento Nacional da Produção Mineral, Divisão de Geologia e Mineralogia, Notas preliminares e estudos, 104: 1-5, 1 estampa.

19 Brito, I. M. 1964. Equinóides cretácicos do Estado da Bahia. Boletim da Escola de Geologia da Universidade da Bahia, Publicação Avulsa, 1: 1-10, 2 estampas.

1964. Equinóides cretácicos do Estado da Bahia. Boletim da Escola de Geologia da Universidade da Bahia, Publicação Avulsa, 1: 1-10, 2 estampas.

20 Brito, I. M. 1967. Novas ocorrências de lamelibrânquios no Cretáceo da Bahia. Departamento Nacional da Produção Mineral, Divisão de Geologia e Mineralogia, Notas preliminares e estudos, 139: 1-9, 1 estampa.

1967. Novas ocorrências de lamelibrânquios no Cretáceo da Bahia. Departamento Nacional da Produção Mineral, Divisão de Geologia e Mineralogia, Notas preliminares e estudos, 139: 1-9, 1 estampa.

21 Brito, I. M. & Ramires, L. V. O. 1974. Contribuição ao conhecimento dos equinóides albianos (Cretáceo inferior) do Brasil. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 46(2): 275-282, 2 estampas.

1974. Contribuição ao conhecimento dos equinóides albianos (Cretáceo inferior) do Brasil. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 46(2): 275-282, 2 estampas.

22 Brito, I. M. 1980. Os equinóides fósseis do Brasil: I. Os endocíclicos. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 52 (3): 569-590.

1980. Os equinóides fósseis do Brasil: I. Os endocíclicos. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 52 (3): 569-590.

23 Brito, H. S.; Viana, C. F. & Praça, U. M. 1984. Atlas dos ostracodes não marinhos (Neojurássico/Eocretáceo) do Brasil. PETROBRAS/CENPES/DIVEX/SEBIPE, Rio de Janeiro, 2 vols.

1984. Atlas dos ostracodes não marinhos (Neojurássico/Eocretáceo) do Brasil. PETROBRAS/CENPES/DIVEX/SEBIPE, Rio de Janeiro, 2 vols.

24 Magalhães, M. R. C. 1994. Refinamento bioestratigráfico e paleogeografia do Andar Rio da Serra médio das sub-bacias do Recôncavo Nordeste e Tucano Sul. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dissertação de mestrado não publicada, 150 pp., 4 estampas.

1994. Refinamento bioestratigráfico e paleogeografia do Andar Rio da Serra médio das sub-bacias do Recôncavo Nordeste e Tucano Sul. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dissertação de mestrado não publicada, 150 pp., 4 estampas.

25 Berthou, P. I.; Brito, I. M.; Campos, D. de A. & Depeche, F. 1996. Le bassin de Recôncavo Sud-Camamu: précisions et données nouvelles sur stratigraphie et le paléoenvironnement de la partie supérieure de la Formation Taipu-Mirim et sur la Formation Algodões - Implications paléogéographiques. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 68 (2): 175-186.

1996. Le bassin de Recôncavo Sud-Camamu: précisions et données nouvelles sur stratigraphie et le paléoenvironnement de la partie supérieure de la Formation Taipu-Mirim et sur la Formation Algodões - Implications paléogéographiques. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 68 (2): 175-186.

26 Souza-Lima, W.; Andrade, E. de J. & Manso, C. L. de C. 2001a. Novos estudos paleontológicos na Formação Algodões, Albiano da bacia de Camamu, Bahia, Brasil. In: Congresso Brasileiro de Paleontologia, 17, Rio Branco, Acre, 2001. Sociedade Brasileira de Paleontologia, Boletim de Resumos, p. 57.

2001a. Novos estudos paleontológicos na Formação Algodões, Albiano da bacia de Camamu, Bahia, Brasil. In: Congresso Brasileiro de Paleontologia, 17, Rio Branco, Acre, 2001. Sociedade Brasileira de Paleontologia, Boletim de Resumos, p. 57.

27 Souza-Lima, W.; Andrade, E. de J. & Manso, C. L. de C. 2001b. Considerações geológicas e paleontológicas sobre a seção marinha aflorante da bacia de Camamu, Bahia, Brasil. Revista Brasileira de Paleontologia, Paleo 2000, Resumos, pp. 155-156.

2001b. Considerações geológicas e paleontológicas sobre a seção marinha aflorante da bacia de Camamu, Bahia, Brasil. Revista Brasileira de Paleontologia, Paleo 2000, Resumos, pp. 155-156.

28 Carvalho, I. de S.; Souza-Lima, W.; Silva, V. R. B. & Hacidume, E. 2002. Conchostráceos da bacia de Camamu, nordeste do Brasil. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 41, João Pessoa, Paraíba, 2002. Sociedade Brasileira de Geologia, Boletim de Resumos, p. 655.

2002. Conchostráceos da bacia de Camamu, nordeste do Brasil. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 41, João Pessoa, Paraíba, 2002. Sociedade Brasileira de Geologia, Boletim de Resumos, p. 655.

29 Manso, C. L. C. 2003. Paleoecologia, paleobiogeografia e sistemática dos equinóides do Aptiano-Albiano (Cretáceo) do Brasil. Universidade Federal da Bahia, Programa de Pós-graduação em Geologia, Tese de doutorado não publicada, 206 pp.

Paleoecologia, paleobiogeografia e sistemática dos equinóides do Aptiano-Albiano (Cretáceo) do Brasil. Universidade Federal da Bahia, Programa de Pós-graduação em Geologia, Tese de doutorado não publicada, 206 pp.

30 Manso, C. L.C. & Souza-Lima, W. 2003. Paleoecologia dos equinóides (Echinodermata) do Cretáceo da Bahia. In: Souza-Lima, W. & Galm, P. C. (coord.), Paleo 2002, Aracaju, Sergipe, 2003. Fundação Paleontológica Phoenix, Resumos, p. 10.

Souza-Lima, W. 2003. Paleoecologia dos equinóides (Echinodermata) do Cretáceo da Bahia. In: Souza-Lima, W. & Galm, P. C. (coord.), Paleo 2002, Aracaju, Sergipe, 2003. Fundação Paleontológica Phoenix, Resumos, p. 10.

31 Andrade, E. de J.; Seeling, J. & Souza-Lima, W. 2002. The bivalve Neithea (Pectinidae) from the Cretaceous of Brazil. In: European Meeting on the Palaeontology and Stratigraphy of Latin America, 3, Toulouse, France, Expanded Abstracts, pp. 11-13.

2002. The bivalve Neithea (Pectinidae) from the Cretaceous of Brazil. In: European Meeting on the Palaeontology and Stratigraphy of Latin America, 3, Toulouse, France, Expanded Abstracts, pp. 11-13.

32 Andrade, E. de J.; Seeling, J.; Bengtson, P. & Souza-Lima, W. (no prelo). The bivalve Neithea from the Cretaceous of Brazil. Journal of South American Earth Sciences.

(no prelo). The bivalve Neithea from the Cretaceous of Brazil. Journal of South American Earth Sciences.

33 Souza-Lima, W. 2003a. Nova ocorrência de amonóide no Albiano da bacia de Camamu, Bahia, Brasil. In: Souza-Lima, W. & Galm, P. C. (coord.), Paleo 2002, Aracaju, Sergipe, 2003. Fundação Paleontológica Phoenix, Resumos, p. 7.

2003a. Nova ocorrência de amonóide no Albiano da bacia de Camamu, Bahia, Brasil. In: Souza-Lima, W. & Galm, P. C. (coord.), Paleo 2002, Aracaju, Sergipe, 2003. Fundação Paleontológica Phoenix, Resumos, p. 7.

34 Souza-Lima, W. 2003b. Registro de corais no Albiano da bacia de Camamu, Bahia, Brasil. In: Souza-Lima, W. & Galm, P. C. (coord.), Paleo 2002, Aracaju, Sergipe, 2003. Fundação Paleontológica Phoenix, Resumos, p. 11.

2003b. Registro de corais no Albiano da bacia de Camamu, Bahia, Brasil. In: Souza-Lima, W. & Galm, P. C. (coord.), Paleo 2002, Aracaju, Sergipe, 2003. Fundação Paleontológica Phoenix, Resumos, p. 11.

35 Hollick, C. A. & Berry, E. W. 1924. A Late Tertiary flora from Bahia. John Hopkins University, Studies in Geology, 5, 136 pp.

Anterior Acima Próximo

Anterior ] Acima ] Próximo ]